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O PERIGO DO GLÚTEN

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REVISTA SUPERINTERESSANTE JULHO/2014

RevistaSuperInteressante

Desde a década de 50, o número de pessoas com alergia ao glúten quadruplicou no mundo. E o número de adeptos do movimento gluten-free não para de crescer. Só nos EUA, 28,5% das pessoas dizem que querem reduzir ou eliminar esta substância de sua dieta e o mercado de comida sem glúten já movimenta mais de USD 10 bilhões por ano. Desde 2012, foram 1500 novos produtos lançados nos EUA.

As modificações do trigo ao longo dos anos, com cruzamentos entre espécies, buscando variedades mais fortes, mais resistentes e consequente aumento de produtividade, fez com que o trigo cultivado ganhasse “a forca do glúten”.

O trigo é barato, gostoso e útil. Muito usado como espessante, o glúten ajuda a estabilizar outros ingredientes. Isso serviu para a abastecer a indústria com inúmeros produtos.

Mas para alguns médicos, esse processo de desenvolvimento do trigo pode ter ido longe demais e pode estar causando efeitos ruins.

“Não há um só sistema no organismo que não seja afetado pelo trigo”, Willian Davis, autor do best seller BARRIGA DE TRIGO .”Da fadiga à artrite, do desconforto gastrointestinal ao ganho de peso, todos esses males tem como origem o alimento, de aparência inocente, que cada um de nos come todas as manhãs”. Por essa tese, o trigo pode estar fazendo mal – e ser o grande responsável – pela epidemia de obesidade no mundo (que não é apenas uma questão estética, pois está ligada a uma série de doenças graves, como problemas cardíacos).

Acredita-se que 6% da população tenha intolerância ao glúten.

Como saber se você tem alergia ao glúten (sinais de que ele pode estar fazendo mal):

– Sensação de barriga inchada;
– Diarréia ou prisão de ventre;
– Persistência dos sintomas, com dias consecutivos de mal-estar e dores no abdômen, principalmente após as refeições;
– Anemia. A doença celiaca diminui a capacidade de absorção dos nutrientes.